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Itens filtrados por data: Julho 2017 - João Capiberibe

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Em homenagem a Eduardo Campos, Carlos Siqueira entregou uma placa a Renata, viúva do ex-governador, que estava acompanhada dos filhos João, Maria Eduarda, José e Miguel. Foto: Humberto Pradera

Socialistas de todo o país se reuniram nesta quinta-feira (10), em Brasília, para celebrar os 70 anos de história do PSB.

Estiveram presentes integrantes da Executiva e do Diretório Nacional, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores e representantes de movimentos sociais.

Como parte das comemorações, aconteceu a conferência magna “Desafios da Esquerda Democrática no Brasil e no Mundo”, com o deputado do Partido Socialista Obrero Espanhol (PSOE), Ignácio Sánchez Amor, o pós-doutor em Ciência Política pela Universidade de Oxford (Inglaterra), Oscar Vilhena Vieira, e o jornalista e analista internacional Carlos Monge Arístegui, do Partido Socialista do Chile.

O evento começou com os hinos nacional e da Internacional Socialista e durante toda a cerimônia bandeiras foram agitadas pelos participantes. O salão azul do Hotel Nacional, onde acontecem as comemorações, foi decorado com uma exposição temática sobre a trajetória política do partido no país.

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Renato Casagrande: “Cabe a nós, socialistas, fazermos uma barreira para que possamos proteger o contrato social que é a Constituição de 1988”. Foto: Humberto Pradera

Selo e carimbo comemorativos dos 70 anos foram lançados pelos Correios, e um vídeo-documentário foi exibido contando os principais momentos das sete décadas do PSB.

A homenagem a Eduardo Campos veio das mãos de Carlos Siqueira, que entregou uma placa a Renata, viúva do ex-governador, que completaria 52 anos neste dia 10 de agosto. Renata estava acompanhada dos filhos João, Maria Eduarda, José e Miguel.

O presidente da Fundação João Mangabeira, Renato Casagrande, saudou a família Campos e ressaltou a coerência do PSB ao longo de sua história. “O PSB é um partido coerente desde a Esquerda Democrática, e agora, mais do que nunca, precisamos mantê-la e fortalecê-la no momento em que os brasileiros sofrem ataque das forças políticas conservadoras. Cabe a nós, socialistas, fazermos uma barreira para que possamos proteger o contrato social que é a Constituição de 1988”, afirmou.

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O vice-governador de São Paulo Márcio França ressaltou a capacidade de liderança de Campos. Foto: Humberto Pradera

O vice-governador de São Paulo Márcio França ressaltou a capacidade de liderança de Campos e disse que seu legado é referência principalmente entre os mais jovens, que não tiveram a oportunidade de conviver com lideranças mais antigas do partido. “A maneira de Eduardo conduzir as coisas, de enfrentar momentos difíceis, e sua capacidade de decisão envolvem até hoje cada um de nós. Ele passou pelo nosso partido de uma forma tão moderna e inteligente, e deixou o seu legado aos jovens que não tiveram a oportunidade de conviver com as lideranças mais antigas do PSB”, disse.

O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, lembrou de momentos marcantes que vivenciou no PSB e disse que os socialistas não devem perder as esperanças diante da crise atual do país. Rollemberg afirmou ainda que os filiados “errarão menos e acertarão mais” se tiverem a capacidade de se espelhar em líderes como Jamil Haddad, Miguel Arraes e Eduardo Campos.

“Jamil Haddad dedicou a sua vida para organizar o PSB, é um exemplo para aqueles que estão iniciando a sua jornada na política. Arraes mantinha permanente comunhão com o povo. Eduardo Campos era um homem com os pés plantados na realidade e com os olhos voltados para o futuro. Se tivermos a capacidade de refletirmos sobre o que esses líderes fariam neste momento de dificuldade, vamos errar menos e acertar mais”, disse Rollemberg, que falou em nome dos governadores do partido.

Durante a celebração, músicos e repentistas se apresentaram entre os discursos. O quarteto de choro do projeto Jaime Ernest Dias entoou a canção “Madeira que cupim não rói”, do compositor Lourenço da Fonseca Barbosa, conhecido como Capiba. Em referência a esta composição, a porta-voz da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, parabenizou o PSB pela passagem dos 70 anos. “A madeira que cupim não rói é a parte nobre dela, a mais dura, aquela que, se a gente trouxer a metáfora da música para a política, é a parte do compromisso. E eu sei que o PSB tem compromisso com um Brasil melhor”, afirmou.

Porta-voz da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, parabenizou o PSB pelos 70 anos. Foto: Humberto Pradera

Porta-voz da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, parabenizou o PSB pelos 70 anos. Foto: Humberto Pradera

Marina lembrou a frase de Eduardo Campos “não podemos desistir do Brasil” e agradeceu mais uma vez o partido por acolhe-lá quando ainda estava sem legenda. “Nós sabemos que a política é uma jornada e é por isso que, nesse momento de crise que passa o país, o máximo que podemos fazer como lideranças políticas, como partidos, é nos esforçarmos para oferecer a face da honestidade, da verdade e da coragem de enfrentar os problemas”, disse.

O poeta Antônio Marinho recitou versos que compôs especialmente para a data comemorativa. Também apresentou o soneto Marginal Aposentado, do poeta Diniz Vitorino, e interpretou a música Luzes da Ribalta, de Charles Chaplin: “Para que chorar o que passou/lamentar perdidas ilusões/se o ideal que sempre nos acalentou/renascerá em outros corações”.

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, recordou sua convivência com políticos históricos como Leonel Brizola, Jamil Haddad, Miguel Arraes e Eduardo Campos e avaliou que “o Brasil nunca precisou tanto de patriotas” como eles para superar a crise nacional. “As ideias não morrem jamais, por isso, nós temos que propagar os ideais de Brizola, de Jammil, de Arraes e de Eduardo e estarmos juntos numa aliança entre trabalhistas e socialistas para o projeto do Brasil que queremos”.

“As graves dificuldades que estamos enfrentando no Brasil tem que ser o elemento agregador de todos nós para pensarmos em unir forças e convergirmos em relação a que tipo de país precisamos e desejamos”, complementou o representante do PPS, Francisco Almeida.

Para a deputada federal Jô Moraes (PCdoB-MG), a militância do PSB será a responsável por enfrentar as dificuldades da crise e recuperar a política num momento em que cada brasileiro já não tem mais confiança nos seus representantes no Congresso Nacional. “Tenho certeza de que essa combativa militância está transformando o partido numa reafirmação de sua tradição democrática e atuando na apresentação de um projeto nacional de país que assegure a possibilidade de um crescimento sustentável, desenvolvido e com distribuição social”, destacou.

O deputado do Partido Socialista italiano, Fausto Longo, entregou ao presidente nacional do PSB uma placa de congratulações. Para Longo, o PSB é “o único partido que é verdadeiramente uma família”, pois ao invés de lutar somente pela política do país, “luta para que a humanidade efetivamente se considere um só povo”.

O representante da Negritude Socialista Brasileira (NSB), Mandruvá Samba, de Sabará (MG), cantou o clássico da música popular brasileira, “O que é o que é”, de Gonzaguinha, acompanhado das centenas de presentes.

Socialismo e Liberdade

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, relembrou a história do PSB desde sua criação, em 6 de agosto de 1947, sob o lema Socialismo e Liberdade. Destacou a figura de João Mangabeira, primeiro presidente do partido. “Nós somos, sem nenhuma modéstia, precursores da ideia extraordinária de não aceitar socialismo sem liberdade”, afirmou.

Siqueira destacou nomes de socialistas históricos como o primeiro prefeito de capital eleito pelo PSB e reeleito duas vezes no Recife, Pelópidas da Silveira, o advogado Francisco Julião que liderou o movimento social das ligas camponesas, em Pernambuco, e o ex-governador e ex-presidente do partido, Miguel Arraes, quando liderou o Acordo do Campo, que obrigou usineiros a cumprirem as leis trabalhistas para os canavieiros da Zona da Mata.

Entre 1947 e 1964, recordou, o partido participou de momentos importantes da história política do Brasil, como a campanha O Petróleo é Nosso, em defesa do controle nacional, e a Campanha da Legalidade, para exigir a posse de João Goulart. Em 1965, o partido foi colocado na ilegalidade pela ditadura militar.

Mas, em 2 de julho de 1985, o PSB é refundado e conserva o mesmo programa de 1947, de caráter socialista e democrático, lembrou o presidente.

“Na sua reconstrução nesses mais de 30 anos de militância e de presença firme e coerente na política nacional, o PSB teve muitos problemas”, reconhece. Entrentato, avaliou Siqueira, as dificuldades enfrentadas pelo partido ao longo de sua história não o impediram de chegar aos 70 anos unido e coerente com seus princípios de sua fundação.

 

Fonte: Site do PSB Nacional

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, aprovou, por unanimidade, em caráter terminativo, nesta quarta-feira (9), o Projeto de Lei do Senado (PLS) 160/2013 de autoria do senador João Capiberibe (PSB/AP), que prever a destinação de no mínimo cinco por cento dos recursos do Fundo Partidário para promoção da participação política dos afrodescendentes. Agora o projeto segue para a Câmara dos Deputados.
“O PLS 160/2013 certamente constitui uma ação concreta e eficaz em prol da inserção política dos negros e da promoção da igualdade racial, minimizando práticas discriminatórias em relação ao povo negro na sociedade brasileira”, afirmou Capiberibe.
O cientista social Antonio Ozaí da Silva, no artigo A representação do negro na política brasileira, destaca que a participação dos negros na política, assim como nos demais setores da sociedade, como o mercado de trabalho e o acesso à educação superior, é minoritária e, mesmo quando eles ocupam cargos prestigiados, não estão livres do preconceito e do estigma da cor.
Diante dessa realidade, o movimento negro do Partido Socialista Brasileiro (PSB), representado pela Negritude Socialista Brasileira (NSB), tem encontrado dificuldades para alcançar seus objetivos, em razão de fatores como o analfabetismo, despolitização da população negra, discriminação racial, falta de qualificação profissional e de autoestima dos negros, além da carência de recursos financeiros.
Estudo realizado pela União de Negros pela Igualdade revelou que embora as bancadas afrodescendentes nas Casas do Congresso Nacional tenham aumentado nas eleições de 2010, o crescimento ainda é modesto, visto que foram eleitos apenas quarenta e três deputados federais e dois senadores negros. Além disso, em sete Assembleias Legislativas Estaduais não há parlamentares declaradamente negros: Amazonas, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O Projeto – O PLS 160/2013 altera a Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995), para determinar a destinação do percentual mínimo de cinco por cento dos recursos do Fundo Partidário na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política dos afrodescendentes, a exemplo da garantia hoje conferida pela citada Lei à promoção da participação política das mulheres.

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Será possível um projeto que faz com que o Estado economize o seu dinheiro, cidadão? A partir de uma experiência pioneira que fizemos em Macapá no bairro Conjunto Embrapa, e que estamos desenvolvendo em outras localidades e grupos do Amapá, é sim possível afirmar que com a Gestão Compartilhada o dinheiro dos cidadãos rende mais.

No Conjunto Embrapa nós trabalhamos junto com a comunidade local para garantir que os recursos que colocamos, por meio de nosso mandato, para fazer a pavimentação do bairro, fossem corretamente aplicados.

Nós criamos um grupo de WhatsApp onde estavam os moradores do bairro, os gestores da Prefeitura, inclusive o secretário de Obras, representantes da empresa, eu e minha assessoria. Esse Grupo de Gestão Compartilhada, ou seja, de acompanhamento coletivo da obra do Conjunto Embrapa, em Macapá, acompanhou passo a passo a obra de pavimentação do bairro, e para nossa surpresa e satisfação, sobrou dinheiro ao final da obra.‬

Acredito que o Projeto de Lei da Gestão Compartilhada, que estamos apresentando no Senado para transformar em lei nacional, terá um impacto na gestão pública maior que a Lei da Transparência, de minha autoria, porque ela inclui os cidadãos e cidadãs no processo de controle social e garante a presença do poder público, iniciativa privada, cidadãos e políticos no mesmo pé de igualdade na Ágora moderna, que são as redes sociais. A Ágora era a praça onde os cidadãos gregos discutiam os rumos da cidade, era a democracia direta grega, que serviu de berço para a democracia representativa que vivemos hoje.

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Foto: Rafael Nunes

O senador João Capiberibe (PSB/AP) falou no plenário nesta tarde (8) sobre violência. “Toda violência é condenável, seja no País vizinho ao nosso, seja aqui, no nosso País. Eu acho que todos nós devemos intervir o máximo para evitá-la”. 

 Capiberibe falou sobre isso para fazer uma denúncia grave que aconteceu na noite do dia 28 de julho: o assassinato do casal de idosos Manoel Índio Arruda, de 82 anos, e Maria de Lurdes Fernandes Silva, de 60 anos, do projeto de assentamento UXI, localizado no Município de Itupiranga, no Estado do Pará.

Durante a noite, os vizinhos do casal de idosos ouviram inúmeros disparos de arma de fogo na residência das vítimas. Na manhã seguinte, o corpo de Maria de Lurdes foi encontrado na área de entrada da casa, atingido por vários tiros. Ela ainda segurava nas mãos o cadeado da porteira de entrada da casa. Manoel ainda tentou se esconder embaixo de uma cama, mas foi alvejado com vários tiros e morreu no local. O casal estava regularmente assentado pelo Incra desde o dia 9 de novembro de 2006, no Assentamento UXI.

Nos últimos anos, Manoel compareceu por inúmeras vezes no Incra, na Delegacia de Conflitos Agrários, na Polícia Federal, no Ministério Público Federal, para denunciar a aquisição ilegal de parcelas nas proximidades do seu lote, alteração de limites de sua parcela e ameaças.

“Infelizmente, esse não é um fato isolado. Várias mortes têm ocorrido na região, em razão da inoperância do órgão fundiário em solucionar conflitos fundiários no interior dos assentamentos de reforma agrária”, afirmou o senador.

Em 2011, outro casal, José Cláudio e Maria do Espírito Santo, também foi assassinado em razão do descaso do Incra. Seis anos após a morte do casal de extrativistas, a Justiça Federal de Marabá reconheceu, por meio de sentença, que as denúncias feitas por eles ao órgão estavam corretas, determinou a retirada dos não clientes dos lotes comprados e a imediata devolução ao Incra, para reassentar novas famílias.

“Se o Incra tivesse feito sua parte à época da denúncia, certamente os dois estariam vivos. Da mesma forma, o casal de idosos do Projeto de Assentamento UXI não estaria morto pelos motivos denunciados por eles. Se nós não tomarmos uma atitude, a escalada da violência no nosso País vai continuar sendo grave”, finalizou Capiberibe.

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Na manhã desta sexta-feira, 4, o senador Capiberibe (PSB) e o governador Waldez Góes (PDT) se reuniram para verificar os entraves e buscar soluções para concluir o projeto Igarapé Sustentável, que contempla a pavimentação dos ramais do Polo e CD Rural, fábricas de poupas de frutas, processamento de vegetais, beneficiamento de camarão, trapiche no Igarapé da Fortaleza, mercado do produtor ribeirinho e um centro de atendimento ao turista. Participaram da reunião dois moradores do Polo Hortifrutigranjeiro.

Do encontro, saíram os seguintes encaminhamentos: para destravar a questão do local onde será construído o centro de atendimento ao turista e o trapiche, será encaminhado, pelo governador Waldez Góes, ofício à Secretaria do Patrimônio da União solicitando a transferência da área que pertence ao Governo Federal para o domínio do Estado. Isso porque, é necessária sua desapropriação, hoje ocupada por quatro pessoas. Três já aceitaram a proposta do governo, mas a quarta se mantem irredutível quanto a sair do local.

Além do ofício, o senador Capiberibe fará as articulações políticas na expectativa que o pedido seja aceito. Na reunião, o governador garantiu os recursos para as desapropriações, que chegam perto de R$ 700 mil.

"O objetivo desse encontro foi nivelar informações. O recurso para conclusão do projeto de asfaltamento do Polo e Cd Rural estão na conta do Governo e a comunidade exige respostas e prazos. De nossa parte, o que pudermos fazer em Brasília para permitir o avanço e conclusão das obras será feito. O projeto Igarapé Sustentável vai mudar a vida de quem mora naquela região", destacou o senador Capiberibe.

Segundo os técnicos da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), sobre a fábrica de processamento de polpas, a empresa vencedora da licitação executou, até o momento, 70 % da obra. Falta renovação do licenciamento ambiental para celebrar o aditivo de prazo e assim concluir a obra. Já a fábrica de vegetais minimamente processados está pronta, restando somente alguns ajustes.

Os equipamentos para as duas fábricas estão prontos para serem licitados pela Secretaria de Desenvolvimento Rural, que espera a conclusão das obras de asfaltamento, pois precisa disso para outro órgão do Governo se credencie para dar andamentos das obras e liberação de novos recursos.

No que se refere à fábrica de beneficiamento de camarão e do trapiche faltam a conclui os projetos básicos e executivos, estes compõem mesmo processo dentro da Seinf.

Quanto a pavimentação dos ramais, os serviços estão nas seguintes fases: CD Rural está faltando basicamente a pavimentação. Já o ramal do Polo está com 90% das obras prontas. Mas, a conclusão depende de aprovação dos técnicos do Ministério da Integração Nacional em Brasília das modificações que o Governo do Estado fez no projeto básico. Os técnicos da Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap) ficaram de ir na quarta-feira, 9, ao Distrito Federal, resolver essa pendência.

A moradora do Polo Hortifrutigranjeiro, Eliana Aranha, fez um desabafo: "Andar na lama é revoltante, mas hoje, depois desta reunião, saio com a esperança de que a obra vai continuar".

Os recursos, no valor de R$ 13 milhões foram conseguidos pelo senador João Capiberibe (PSB/AP) junto ao Ministério da Integração Nacional, somados a mais R$ 3 milhões de contrapartida do Estado.

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O senador João Capiberibe (PSB) reuniu na manhã deste sábado, 5, com moradores do Conjunto Embrapa para debater com eles uma proposta que pretende transformar a Gestão Compartilhada em lei. O senador quer apresentar esse projeto no Senado Federal muito em breve.

De acordo com o senador, foi a partir da experiência vivenciada pelos moradores do Embrapa, no acompanhamento de uma emenda parlamentar sua autoria, que surgiu a proposta dessa nova legislação.

A ideia é que todas as instituições públicas sejam obrigadas a adotarem a Gestão Compartilhada como uma ferramenta de interação entre os gestores, empresas contratadas e população na execução de uma ação de governo, seja obra, serviço ou aquisição de materiais e equipamentos.

“Nós queremos construir essa lei ouvindo vocês. Uma vez que vocês vivenciaram essa experiência e, através de lei, expandi-la para todo o Brasil. Essa lei inverte o conceito da relação entre o estado e sociedade. Ela vai determinar o comportamento do ente público e não da população”, ressaltou o senador.

O senador Capi destinou cerca de um milhão em emendas parlamentares para pavimentação de oito travessas do Conjunto Embrapa. Todo o processo, desde a licitação até bloquetagem, foi acompanhado pelos moradores através de grupos de WhatsApp e páginas especificas do Facebook criadas para essa finalidade.

“Foi uma experiência louvável. Aproximou os moradores e pudemos acompanhar o passo a passo da execução do dinheiro público”, disse a moradora Ana Lobato.

Segundo relatos dos moradores, a experiência da Gestão Compartilhada levou-os a debaterem e buscar soluções para outros problemas comuns a todos, como iluminação pública e segurança.

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O senador João Capiberibe e a deputada federal Janete, ambos do PSB, se reuniram na tarde desta sexta-feira, 4, com esportistas para debater de que forma serão aplicadas as emendas dos dois parlamentares que somadas chegam a R$ 1,1 milhão destinadas à construção de um espaço para a prática de esportes radicais.

O local previsto para a aplicação destes recursos é o complexo do Cidade Nova, situado às margens do Rio Amazonas. A ideia é garantir que os beneficiados – esportistas e comunidade – debatam com os engenheiros da prefeitura de Macapá a concepção do projeto.

A reunião com os parlamentares teve como objetivo o nivelamento de informações. Pela proposta da emenda, o complexo deve contemplar espaços destinados a prática de skate, patins, bike BMX, slackline, kit surf, stand up padle entre outros. Uma próxima reunião deve acontecer com a presença de técnicos da Prefeitura.

“Pela primeira vez a sociedade vai poder participar da criação de um projeto do qual ela é a parte interessada. Ou seja, quem vai usar o espaço vai dizer como quer e onde quer. Por outro lado, a Prefeitura vai dizer se pode ou não fazer. Uma construção com a participação popular, onde todos se sentirão ainda mais responsáveis por ela”, argumentou o senador.

O representante do stand up paddle, Jim Davis, elogiou a iniciativa e espera que os moradores se engajem no projeto. No local, a Associação dos Velejadores do Amapá – que tem como presidente Charles Ferreira –, já desenvolve um projeto social e ele acredita que essa aproximação com a prefeitura vai estreitar ainda mais os laços com a comunidade carente do bairro.

O presidente da Associação dos Moradores do Cidade Nova, Oséias Ferreira da Silva, comentou que o bairro é carente de espaços de lazer e que a construção coletiva do projeto vai aproximar a comunidade, que além de fiscal vai também cuidar daquilo que ela ajudou a fazer.

Já foi criado um grupo de WhatsApp no qual estão sendo compartilhadas informações a respeito da emenda e outros detalhes técnicos do projeto através da Gestão Compartilhada. Para participar basta acessar o link abaixo.

https://chat.whatsapp.com/59I03pfw2CZJ7B3vKuHBDN

http://mzportal.com.br/?p=28827

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Nos próximos dias 10 e 11 de agosto, o PSB comemora 70 anos de fundação com seminário que reunirá convidados internacionais, especialistas e acadêmicos, além de ato cultural e homenagem ao ex-governador e ex-presidente do partido, Eduardo Campos. O evento será em Brasília, no Hotel Nacional. As inscrições já foram encerradas.

A homenagem ao socialista, que morreu em um acidente aéreo em 2014 durante campanha presidencial, acontece na abertura do evento, no dia 10, às 15h.

A conferência magna Desafios da Esquerda Democrática no Brasil e no Mundo será às 19h do mesmo dia e terá como convidados o deputado do Partido Socialista Obrero Espanhol (PSOE), Ignácio Sánchez Amor,  o pós-doutor em Ciência Política pela Universidade de Oxford (Inglaterra), Oscar Vilhena Vieira, e representando o Partido Socialista do Chile, o jornalista e analista internacional Carlos Monge Arístegui.

No dia 11, o cientista político, jornalista e secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, César Benjamim, e o pesquisador e presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, falarão sobre a realidade e a perspectiva atual e política do país.

À tarde, Os partidos políticos e os excluídos do Brasil será o tema da conferência do sociólogo e professor da Universidade Federal Fluminense, Jessé José Freire de Souza.

O ato cultural de encerramento do evento está marcado para as 20h, e contará com apresentações de samba e de música popular brasileira do cantor, violinista e compositor João Bosco e do cinquentenário grupo MPB 4.

Confira a programação completa:

70 Anos do PSB: 1947 – 2017
Seminário: “Desafios da Esquerda Democrática no Brasil e no Mundo”
Ano de Fundação: 6 de agosto de 1947
Quinta-feira, 10 de agosto

MANHÃ
09h às 12h
Recepção e credenciamento

TARDE
15h – Abertura:
• Ato Político e Cultural de Celebração dos 70 Anos do PSB
Homenagem ao ex-governador Eduardo Campos

NOITE
19h – Conferência Magna:
• “Desafios da Esquerda Democrática no Brasil e no Mundo”
Conferencistas:

Deputado Ignácio Sánchez Amor
Partido Socialista Obrero Espanhol – PSOE e Porta Voz Socialista da Comissão de Assuntos Exteriores do Congresso de Deputados da Espanha

Professor Oscar Vilhena Vieira
Professor da Fundação Getúlio Vargas – Pós-Doutor pelo Centre for Brazilian Studies – St. Antonies College, Universidade de Oxford e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo

Carlos Monge Arístegui
Jornalista e Analista Internacional – Representando o Partido Socialista do Chile

Sexta-Feira, 11 de Agosto

MANHÃ
08h30 às 12h:00 – Conferência 1:
• A Realidade e a Perspectiva Social e Política da Sociedade Brasileira.
Conferencistas:
Renato Meirelles, Instituto Locomotiva;
Cesar Benjamin, Secretário Municipal de Educação do Rio de Janeiro.

TARDE
14h às 16h – Conferência 2:
• Os Partidos Políticos e os Excluídos no Brasil.
Conferencista:
Jessé José Freire de Souza, Universidade Federal Fluminense – UFF

16h às 18h – Conferência 3:
• A Economia Criativa como Estratégia de Desenvolvimento.
Conferencistas:
Ex-Dep. Domingos Leonelli, Presidente do Instituto Pensar;
Cláudia Leitão, Profª. da Universidade Federal do Ceará – UFCE;

NOITE
20h – Encerramento:
• Ato Cultural de Celebração dos 70 anos.
Show: Grupo MPB 4 e o Cantor João Bosco;
Local: Auditório Planalto – Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental – ao lado do Estádio Nacional de Brasília – Mané Garrincha.

Fonte: Site do PSB Nacional

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Senador Capiberibe falou na tribuna do Senado nesta terça-feira (1) sobre a assistência à saúde no Amapá, que as pessoas estão morrendo na porta dos hospitais, que parecem campo de guerra lotados e sem a menor condição de atender à população.

“Tenho aqui um relatório da pessoa encarregada pela Comissão de Combate à Infecção Hospitalar, ela faz um longo relatório e afirma que os centros cirúrgicos e as unidades de tratamento intensivo não possuem o ácido parasséptico, responsável por higienizar e desinfetar os equipamentos dentro dos centros cirúrgicos e recomenda o fechamento dessas unidades”, destaca Capiberibe.

O senador lembra que o único hospital de especialidade que existe no Estado, o Alberto Lima, está com o seu centro cirúrgico fechado há dez dias, sem fazer cirurgias eletivas, e também a UTI. “No Hospital da Criança, a tragédia também se reproduz. Várias crianças perderam a vida em função da falta de UTI. E, do lado do hospital antigo, há um hospital em construção já muito avançada, que está parado há dois anos e meio. Um hospital que poderia já estar concluído e atendendo, com dezesseis unidades de tratamento intensivo, mas não funciona”.

Capiberibe argumenta que o mais grave dessa situação é que, se fosse por falta de recurso financeiro daria para entender, mas não é só isso. “É evidente que faltam recursos para um atendimento completo. No entanto, há recurso disponível nos cofres do governo do Estado que não são utilizados, como, por exemplo, eu e a deputada Janete Capiberibe (PSB) colocamos R$10 milhões para aquisição de equipamentos. Faltam aparelhos de raios X, ultrassonografia. No entanto, o governo tem R$10 milhões desde fevereiro de 2016 e não consegue comprar absolutamente nada, então o problema não é crise financeira, e sim, crise de gestão. É um governo inoperante, que não consegue adquirir esses equipamentos tão necessários que estão fazendo com que muita gente morra”.

Outra questão gravíssima que o senador socialista ressaltou na tribuna do Senado diz respeito aos doentes de câncer, que estão sem medicamentos para os seus tratamentos. “O Governo não consegue comprar os medicamentos, mesmo com o recurso existente”.

Vale lembrar que o senador Capiberibe esteve duas vezes com o Secretário de Saúde do Amapá, em outubro de 2016 e em abril de 2017, buscando agilizar a aquisição dos equipamentos para equipar o Hospital de Especialidades e até este momento, a Secretaria de Saúde do Estado não consegue adquirir esses produtos para atender às necessidades da população.

 

Crédito da foto: Rafael Nunes

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