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Itens filtrados por data: Junho 2017 - João Capiberibe
Terça, 18 Julho 2017 14:21

Reunião da Frente Brasil Popular

Senador João Capiberibe está nesta terça-feira (18) na reunião da Frente Brasil Popular, que ocorre no Centro Sagrada Família, em São Paulo.

Na pauta da reunião, um debate para aprofundar a análise de conjuntura atual do País; a definição de um calendário de ações; e a construção da I Conferência Nacional da FBP.

Vale lembrar que a Frente Brasil Popular apoia o movimento de novas eleições, na qual o senador Capiberibe é coordenador da Frente Suprapartidária pelas Diretas Já. Por isso a presença do senador no evento, com o objetivo de fortalecer o movimento e tornar suas atividades cada vez mais amplas.

#DiretasJá #NenhumDireitoaMenos

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Os senadores aprovaram na noite desta terça-feira (11) o texto principal da Reforma Trabalhista, foram 50 votos a favor, 26 contrários e uma abstenção. O senador João Capiberibe (PSB/AP) votou contra essa Reforma, que na sua opinião “não tem uma vírgula a favor do trabalhador, é uma reforma unilateral e recessiva”.

Capiberibe afirmou que o Congresso Nacional brincou com a democracia. “Na hora em que o Congresso foi incompetente, incapaz de conduzir os destinos políticos do País, foi uma brincadeira com a democracia e afundou definitivamente o Brasil na crise política. Essa reforma só agrada aos patrões. Tudo aquilo que o Governo faz é para agradar ao mercado e não a sociedade brasileira”.

“O Partido Socialista Brasileiro tomou uma posição clara, contrária a esta reforma, porque o PSB tem uma proposta de reforma, mas nesta Casa só se ouve aquilo que o Governo ilegítimo diz. Eu falei, um ano atrás nesta tribuna, que o processo de impeachment, o processo de confronto, a polarização política só nos levaria para o aprofundamento da crise”, destacou Capiberibe.

Capiberibe enfatizou, ainda, que o PSB não quer “a nossa digital impressa numa reforma que vai sacrificar o povo trabalhador. O Partido reuniu a sua executiva e decidiu fechar questão contrária à reforma. As mulheres vão pagar um preço maior do que os homens. Este País fica sem legislação trabalhista, se aprovarmos essa reforma”.

Trâmites - Após a aprovação do texto principal, os senadores seguiram com a votação das emendas apresentadas por parlamentares. Depois, é a vez da votação das emendas destacadas para votação em separado por partidos e blocos partidários.

Se algum destaque for aprovado e o texto modificado, ele volta para análise da Câmara dos Deputados. Se nenhum destaque passar e o texto não tiver mudanças, a reforma segue para sanção do presidente Temer. 

Veja aqui a ínegra do discurso:

 

Foto: Rafael Nunes / Agência Senado

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Parlamentares e representantes dos movimentos sociais, centrais sindicais e sociedade civil se reuniram nesta segunda-feira (10), no Senado Federal, com um objetivo: fortalecer a rede nacional pelas Diretas Já. A reunião foi uma iniciativa do senador João Capiberibe (PSB/AP), coordenador da Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já.

As manifestações dos participantes foram unânimes: fortalecer o movimento em todas as regiões do Brasil por meio de atos pró eleições diretas; definir um calendário desses atos; criar um plano de comunicação para divulgar o movimento; apoiar o voto do relator na CCJC da Câmara de acatar denúncia da PGR contra o presidente Temer; criar uma secretaria-executiva da Frente pelas Diretas Já e produzir um vídeo do movimento.

“Temer está com os dias contados na Presidência e precisamos, principalmente, unificar o movimento pelas Diretas Já por meio de uma rede nacional de informações. A ideia é construir um acompanhamento por todos os Estados, ter atos e comitês pelo Brasil todo. Temos um ato dia 21 de julho na Paraíba, outro ainda esse mês, no Ceará, e dia 19 de agosto em Goiânia”, informou Capiberibe.

A senadora Lídice da Mata (PSB/BA) destacou que o movimento pelas Diretas Já é muito vitorioso. Enumerou que já teve atos em vários Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia e defendeu a criação de um cronograma de atos por todo o Brasil. “Precisamos que se constituam os Comitês pelo Brasil”. Ela também mencionou que Temer e Rodrigo Maia possuem o mesmo DNA e que não oferecem uma saída para o País, reforçando a ideia das eleições diretas.

O deputado Enio Verri (PT/PR) informou que no final de semana passado ocorreu um ato em Curitiba para o lançamento das Diretas Já, com a presença da Juventude do Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Edson Carneiro, o índio, da Frente Povo Sem Medo, falou “que com o agravamento da crise, o povo brasileiro não vai aceitar a imposição de Rodrigo Maia. Não existe saída para a crise que não seja pelas urnas”.

A deputada Alice Portugal (PCdoB/BA) afirmou que é fundamental fortalecer a Frente e sua consequente divulgação e elogiou a criação de uma secretaria-executiva da Frente para coordenar as ações das instâncias estaduais. “Só assim teremos a real consolidação das Diretas Já”.

O tema da saída do Temer da Presidência foi mencionado por quase todos os participantes.
O deputado Glauber Braga (PSOL/RJ) ressaltou que o PSOL está de acordo com as decisões da reunião. Ele defendeu que o afastamento de Temer seja discutido durante o recesso parlamentar e a votação, somente em agosto. “Nesse contexto, temos nossa janela de mobilização pelas Diretas Já”.

O deputado José Guimarães (PT/CE), líder da Minoria na Câmara, ressaltou que é preciso unificar a bandeira em torno de pontos comuns e que essa semana será decisiva. “O que aconteceu hoje na CCJ foi um passo gigantesco, mas ainda não é definitivo. Não podemos cantar vitória antes do tempo”.

A deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) falou que o relatório da CCJ, na Câmara, nesta segunda, pelo acatamento da denúncia da PGR, pode dar uma virada no jogo. “Nós precisamos focar na democracia das Diretas Já, jogar luz e consolidar a Frente e o movimento”.

Vicente Selistre, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), afirmou que este é o momento de unir forças de todos os movimentos sociais, centrais sindicais e sociedade, em busca das Diretas Já.
Leidiano Farias, da Frente Brasil Popular, concorda com ele e disse que acredita fortemente no potencial de massificação que tem a luta pelas Diretas Já. “Na história da República não tivemos tantos golpes seguidos como temos constatado nos últimos tempos. A retomada da democracia é o caminho e isso só pode ser feito pelas Diretas Já”.

A senadora Gleise Hoffmann (PT/PR) ressaltou que é fundamental medir como vai se agir com as decisões da Câmara dos Deputados. “Precisamos ganhar tempo. Não reconhecemos nenhuma transição com o Rodrigo Maia. A saída são eleições diretas e montarmos um calendário de discussões para nortear nossas atividades”.

Secretaria-Executiva – A criação da secretaria-executiva da Frente pelas Diretas Já foi muito bem aceita por todos. A primeira reunião vai acontecer nesta quinta-feira (13), na liderança do PSB, para dar encaminhamentos sobre o resultado da reunião. Essa secretaria ficará sob a coordenação do PSB, mas com representantes de várias lideranças políticas.

Encaminhamentos – “Saímos daqui fortalecidos. Existe um cansaço de uma crise que já dura três anos. Os atos pelo Brasil vão fortalecer a certeza que o juiz da crise é o povo”, afirmou o senador Capiberibe, que enviará um relatório com os resultados da reunião a todos os participantes.

Presenças – Estiveram presentes as senadoras Lídice da Mata (PSB/BA), Gleise Hoffmann (PT/PR) e Fátima Bezerra (PT/RN), os senadores Lindbergh Farias (PT/RJ) e Jorge Viana (PT/AC), os deputados Enio Verri (PT/PR), Henrique Fontana (PT/RS), Glauber Braga (PSOL/RJ), Wadih Damous (PT/RJ), e as deputadas Janete Capiberibe (PSB/AP), Alice Portugal (PCdoB/BA), Jandira Feghali (PCdoB/RJ) e Zenaide Maia (PR/RN), além do ex-presidente do PSB, Roberto Amaral, citado várias vezes durante a reunião.

A Intersindical, a Auditoria Cidadã, o MAS, a Associação Vocação , a CTB, o MST, a NCST; o SITRAEMG, a CUT, a Frente Brasil Popular, o MNCCD, a Frente Povo Sem Medo, o Conselho Federal de Economia, o INAÔ e o Movimento Camponês Popular foram movimentos sociais e centrais sindicais presentes.

 

Fotos: Rafael Nunes / ASCOM João Capiberibe 

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Com a aprovação do regime de urgência, a reforma trabalhista proposta pelo governo de Michel Temer poderá ser votada na próxima semana no plenário do Senado. A previsão é de que a proposta seja incluída na pauta de votação na próxima terça-feira (11).

Autor de 12 emendas ao projeto, o senador Antônio Carlos Valadares (SE) disse nesta quinta-feira (6), em discurso no plenário, que a prevalência do negociado sobre o legislado prevista na proposta fragiliza as relações de trabalho entre empregado e empregador, e chamou de “falácia” o argumento de que a reforma irá gerar mais empregos.

“Em vez de criar condições adequadas para o fomento do emprego, ao contrário, a reforma fragiliza as relações de trabalho e vai criar um grande vazio entre a classe trabalhadora, de tal modo que o empresário, que é a parte mais forte, vai impor a sua vontade em benefício de uma causa econômica, que é altamente prejudicial ao nosso País”, criticou.

Na opinião do socialista, o governo trabalha para aprovar uma proposta que retira direitos do trabalhador sob o argumento da necessidade de gerar empregos. Para Valadares, o estímulo à economia virá com o combate à corrupção e a redução de impostos.

 
“O empresário sério deste país quer igualdade de condições, sem a interferência nefasta da corrupção, do apadrinhamento nocivo com sugadores do dinheiro da nação. O empresário sério quer uma lei tributária justa e equânime, que venha contribuir para as iniciativas empresariais, e não criar dificuldades para a operação na indústria e no comércio”, defendeu. “O empresário sério quer redução de impostos, equilíbrio fiscal, estímulo ao investimento, de forma a crescer e, aí sim, gerar os empregos de que tanto precisamos”, completou o senador.


Valadares também criticou a manobra governista para aprovar o texto da Câmara sem alterações. Ele lembrou que nenhuma das 700 emendas apresentadas ao projeto foi acatada pela relatoria. A estratégia é resultado de negociação entre o governo e parlamentares da base para alterar a proposta somente depois de aprovada e por meio de medidas provisórias.  

“Sob a retórica de que se está modernizando a legislação, o governo impõe a este Senado a votação, a toque de caixa e sem direito ao contraditório, de uma profunda reforma da CLT, forjada na lógica do capital, da redução de custos e do aumento dos lucros. Utiliza essa proposta como meio para atrair investimentos e credibilidade junto ao empresariado; escolhe o caminho mais fácil, deixando à deriva o trabalhador”, criticou Valadares. 

Na primeira sessão de debates em plenário que antecede a votação do projeto, nesta quarta-feira (5), o senador João Capiberibe (AP) e a senadora Lídice da Mata (BA) também criticaram o conteúdo da proposta e a tramitação em caráter de urgência. 

“A reforma terceiriza, estabelece turno intermitente, precariza a situação dos trabalhadores. Não tem uma vírgula sequer a favor do trabalhador, ou seja, apenas um lado foi ouvido, o lado patronal. Mas, a produção não se faz só, o empregador é fundamental”, criticou Capiberibe. 

Os socialistas também protestaram contra a ausência de debate sobre o projeto com representantes dos trabalhadores e das centrais sindicais.

“O projeto foi feito com as propostas das federações patronais, da CNI, da CNA, que incluíram tudo aquilo que desejavam e retiraram direitos dos trabalhadores. Apenas o lado patronal foi ouvido. Mas, a produção não se faz só, o empregado é fundamental”, defendeu  Capiberibe.  

Em seu discurso, Lídice criticou a ausência de senadores favoráveis à aprovação do texto na sessão de debates desta quarta. Com a tramitação em regime de urgência não haverá mais debates sobre o tema, apenas a votação do texto principal e de destaques de bancadas. 

“É lamentável que este plenário esteja vazio. Estão aqui apenas os senadores que defendem os trabalhadores e são contrários à reforma trabalhista, com as galerias igualmente vazias porque não mais é permitida na casa do povo brasileiro a presença dos trabalhadores e dos representantes dos trabalhadores para acompanhar as discussões.  É uma situação absolutamente surreal”, declarou.  

Para Lídice, o acordo entre governo e parlamentares da base para rejeição de emendas e manutenção do texto aprovado na Câmara tira do Senado sua função  de “Casa revisora”.  “O argumento que se encontrou pra aprovar essa matéria é dizer que nós devemos renunciar ao voto que o povo brasileiro em cada estado nos deu para vir aqui e votar uma proposta igualmente como veio da Câmara, renunciando a nossa condição de Casa revisora para permitir que tiremos o direito do trabalhador”, apontou a socialista.



Assessoria de Comunicação/PSB Nacional 

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AVISO DE PAUTA

Frente Suprapartidária se reúne para fortalecer a rede nacional pelas Diretas Já


Com a finalidade de fortalecer a rede nacional pelas Diretas Já, as lideranças políticas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal que compõem a Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já, realizam reunião na próxima segunda-feira (10), às 18h, no Plenário 6, da Ala Senador Nilo Coelho, no Senado Federal.

Além dos parlamentares, estão convidados para a reunião representantes das centrais sindicais, movimentos sociais, classe artística e sociedade civil organizada.

“Diante da crise política, econômica, social e ética que assola o País, esse é o momento de unir forças contra a retirada de direitos do cidadão, incentivar à população a ir às ruas e legitimar o único juiz dessa causa, que é o povo, que tem o poder de exercer o seu direito de voto garantido pela Constituição Federal”, defende o senador João Capiberibe, coordenador da Frente.
No dia sete de junho foi lançada a Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. Ela é composta pelos partidos PSB, PSOL, PDT, PT e PCdoB, com apoio parlamentares de outros partidos como o PODEMOS, AVANTE, REDE, PSD, PMDB e PMB.
Depois do lançamento da Frente, ocorreram manifestações pelas Diretas Já em vários Estados, como Minas, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, além das reuniões dos representantes da Frente para planejar atividades e uma agenda unificada.

Assim, a reunião do dia 10 de julho é mais uma oportunidade para construir uma pauta nacional e avançar para realizar Eleições Diretas Já.

 

Reunião da Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já,
Quando: segunda-feira (10/07)
Horário: 18h
Local: Plenário 6, da Ala Senador Nilo Coelho, no Senado Federal.

Foto: Sérgio Francês

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O senador João Capiberibe participou nesta quinta-feira (6) da reunião do Conselho de Ética do Senado que analisou o recurso contra o arquivamento do pedido da cassação do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Após ler um trecho da gravação realizada entre o diretor da JBS Ricardo Saud com o primo do senador Aécio Neves, Frederico Pacheco de Medeiros, Capiberibe afirmou que ficou claro que houve uma transação criminosa e ilegal em nome de Aécio Neves. “No processo contra o senador há gravações, fotografias, há provas suficientes”.

“O julgamento no Conselho de Ética é político. A sociedade não acredita mais em nós senadores. A partir do momento que não damos sequência ao relatório do senador Randolfe, estamos desgastando o Senado Federal e aumentando a desqualificação da política. O que está em jogo é a imagem do Conselho de Ética e a imagem do Senado Federal. Arquivar esse processo é fechar os olhos, mas reitero que a sociedade não vai fazer o mesmo”, ressaltou Capiberibe.

Para o leitor entender, o presidente do Conselho, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), arquivou representação por quebra de decoro parlamentar contra Aécio apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), por considerar que não havia provas suficientes e que o pedido era "improcedente".

Após essa decisão, o senador João Capiberibe e outros parlamentares entraram com um recurso contra o arquivamento do pedido de cassação de Aécio Neves. Na ocasião, inclusive, o Capiberibe afirmou que a decisão do presidente do Conselho foi “uma medida autoritária”.

 

Foto: Rafael Nunes

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Senador João Capiberibe (PSB/AP) voltou a falar hoje (5) na tribuna do Senado sobre a Reforma Trabalhista. “Me causa angústia de saber que essa Casa, o Senado da República, não pode acrescentar e nem retirar uma só vírgula da Reforma Trabalhista que o Governo mandou para o Congresso Nacional. Isso é algo inadmissível”.

“A Reforma terceiriza, estabelece turno intermitente, precariza a situação dos trabalhadores, não tem uma vírgula sequer a favor do trabalhador, ou seja, apenas um lado foi ouvido, o lado patronal. Mas, a produção não se faz só, o empregador é fundamental”, destacou.

Capiberibe enfatizou, também, que “a Reforma Trabalhista que poderá ser aprovada no Senado, tal qual foi apresentada pela Câmara, foi feita com as propostas das federações patronais, da CNI, da CNA, que incluíram tudo aquilo que desejavam, ao longo desses anos todos e retiraram qualquer direito dos trabalhadores”.

A sociedade brasileira está decepcionada com sua representação política e não se sente representada pelo Parlamento. “Essa é a minha angústia em ver que o Senado da República, uma Casa que consome bilhões de reais do trabalhador brasileiro, vai votar uma reforma sem que possa acrescentar ou retirar uma única vírgula”.

“ Estamos falando de uma Reforma Trabalhista apresentada por um governo sem qualquer credibilidade, um governo que já tem três de seus ministros presos. Como é possível que o Senado acolha uma proposta dessas? O presidente da República está respondendo por crime comum, um fato inédito na República, e nós estamos dando credibilidade a uma proposta desse governo? Não contem comigo para isto. Jamais eu colocaria minha assinatura embaixo de um ato tão irresponsável para com a sociedade brasileira”, finalizou Capiberibe.

 

Veja aqui a ínegra do discurso:

 

Foto:Rafael Nunes

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A convite do senador João Capiberibe (PSB/AP), coordenador da Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já, o presidente da OAB Nacional, Claudio Lamachia, recebeu, nesta quarta-feira (5), deputados e senadores do colegiado para conversarem sobre uma saída democrática para a crise política, econômica, social e ética que o Brasil atravessa. A proposta de antecipar as eleições diretas gerais ganha corpo.

Lamachia agradeceu a iniciativa do senador Capiberibe e a oportunidade de debater com os parlamentares. “A crise do País não passa à parte da OAB, nesse momento ela se une ao debate e ao mesmo tempo o incentiva. Vivemos um momento de grande crise, a criminalização da política é negativa para a democracia. Vamos colocar o debate das Diretas Já dentro das nossas instâncias”, afirmou.

O presidente da OAB destacou que a democracia e o respeito à Constituição estão no DNA da Ordem. “O poder emana do povo como diz a Constituição. O partido da OAB é o Brasil e a nossa ideologia é a Constituição. Contem com a Ordem para colaborar desse debate que é plural. Não nos envolvemos em paixões ideológicas e sim em causas plurais como essa”.
O senador Capiberibe agradeceu a audiência e fez um convite à OAB. “Na segunda-feira, às 16h, vamos fazer uma reunião no Senado Federal para consolidar a rede nacional pelo movimento das Diretas Já e gostaríamos muito que a OAB participasse. Estarão presentes lideranças partidárias, representantes dos movimentos sociais, das centrais sindicais, da classe artística e da sociedade civil organizada”.

Além do senador João Capiberibe (PSB/AP), estiveram na reunião as senadoras Lídice da Mata (PSB/BA) e Fátima Bezerra (PT/RN), as deputadas federais Janete Capiberibe (PSB/AP), Zenaide Maia (PR/RN) e Jandira Feghali (PC doB/RJ), os deputados federais José Guimarães (PT/CE), líder da Minoria, Wadih Damous (PT/RJ), Henrique Fontana (PT/RS), Zé Geraldo (PT/PA), Pompeu de Matos (PDT/RS) e Weverton Rocha (PDT/MA), líder do PDT, além do representante da CTB , Vicente Selistre.

Na oportunidade, Capiberibe presenteou Claudio Lamachia com a coleção “De Olho na Transparência”, composta por dois guias que têm o objetivo de dar ao público em geral noções básicas sobre Orçamento Público, Lei da Transparência, Lei de acesso à informação e sobre formas de organização em rede para tornar mais efetivo o controle social do Orçamento Público. Os guias são uma parceria da Fundação João Mangabeira com o gabinete do senador João Capiberibe e a Universidade de Brasília.

Fotos: Eugenio Novaes

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O senador João Capiberibe (PSB/AP) participou nesta terça-feira (4) de reunião com as principais lideranças sindicais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). O evento aconteceu na sede da CTB – PASSI (Posto Avançado de Ação Sindical, Social e Institucional), localizado no Ed. Palácio da Imprensa, no Setor de Rádio e TV Sul, em Brasília e reuniu dirigentes sindicais que moram em Brasília, e os que cumprem tarefas na capital federal, em virtude de mandatos em entidades nacionais.

O senador destacou que é preciso fazer avançar os direitos dos trabalhadores. “Em comemoração aos 10 anos da CTB, a Central se depara com um grande desafio, que é vencer a Reforma Trabalhista, não permitir que ela seja aprovada. Essa reforma é um tiro no pé, vai reduzir os ganhos dos trabalhadores, reduzindo o consumo e a produção, e consequentemente a receita de impostos, e aprofundando a crise política, econômica, social e ética que estamos vivendo . É uma aventura o que estão fazendo com o nosso País, colocando a solução da crise nas costas do trabalhador, que a CTB continue lutando para garantir direitos”, destacou Capiberibe.

João Capiberibe também ressaltou a importância da democracia. “Democracia se faz com o voto do povo, por isso a Frente Parlamentar Suprapartidária pelas Diretas Já está se organizando para somar e apoiar as organizações já existentes, exigindo que o Congresso Nacional crie juízo, tire a cera do ouvido, ouça as vozes da rua e aprove a PEC pelas diretas. Se não fizer isso a crise vai continuar e podemos chegar a graves conflitos sociais, é preciso mobilização e reconciliar a nação, para isso o instrumento dessa reconciliação são as urnas , através do voto popular. Portanto vamos à luta, Diretas Já!”

“Quem tem que ter protagonismo nesse momento é o povo e para isso temos que ter habilidade de construir uma rede que vá do Rio Grande do Sul , Acre, Amapá e que reúna o País todo, lideranças políticas, centrais sindicais, movimentos sociais, classe artística e representantes da sociedade civil organizada. Vamos trabalhar por uma unidade sólida. Criar comitês das diretas nas universidades, nos seus locais de trabalho, nos seus locais de moradia. A luta é árdua, mas haveremos de vencer”, finalizou o parlamentar socialista.

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Senador João Capiberibe (PSB/AP) enviou na sexta-feira (30) ofício ao governador do Amapá, Waldez Góes, solicitando informações sobre a disponibilização de área para a construção da Unidade Avançada do Hospital de Câncer de Barretos, em Macapá.

A demanda dos pacientes com câncer que precisam sair do Estado para fazer tratamento no Hospital de Câncer em Barretos (Programa de Tratamento Fora de Domicílio – PTFD) é crescente. Diante disso, surgiu uma articulação tripartite com a Bancada Federal, o Hospital de Câncer de Barretos e o Governo do Estado do Amapá para a implantação de uma Unidade do Hospital de Câncer de Barretos no município de Macapá.


Assim, os parlamentares da Bancada destinaram por meio de Emenda Individual um total de R$ 21.400.000,00. Desse valor, R$ 18.400.000,00 já foram liberados.
“A equipe do Hospital de Câncer de Barretos está pronta para iniciar as obras, aguardando apenas a liberação do terreno por parte do Governo do Estado do Amapá”, afirmou o senador Capiberibe.

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