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Na noite desta quarta-feira (18), o senador Capiberibe (PSB/AP) fez um apelo no plenário do Senado ao ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua de Deus Andrade, para que tenha atenção especial na situação de emergência nas áreas do município de Laranjal do Jari. Elas foram afetadas pela inundação em decorrência do aumento do nível do rio Jari e seus afluentes, provocado pelo alto nível pluviométrico no período.

“Faço esse apelo ao ministro para que se ocupe, com rapidez, em estender a mão generosa do Estado Brasileiro às pessoas que dela necessitam nesse momento”, afirmou Capiberibe.

O senador explicou que Laranjal do Jari é um município que surgiu para a vida da Amazônia através de um megaprojeto, do projeto de Daniel Ludwig, nos anos 60, que arrastou milhares de pessoas para o coração da floresta. “Essa população vive à margem do Rio Jari, que recebe a contribuição das chuvas que caem na Serra do Tumucumaque. Neste momento, as águas do Rio Jari cresceram, invadiram e já atingiram 3,7 mil moradias, atingindo 8 mil pessoas, que estão desabrigadas em função da enchente do Rio Jari”.

Capiberibe destacou, ainda, que é preciso que a Defesa Civil agilize o atendimento. “É preciso acudir essa população que, neste momento, vive momentos de aflição, de um certo desespero, porque a enchente termina destruindo o pouco que essas pessoas têm”, finalizou.

materia_19-04-2018_---_01.jpgOs povos indígenas foram homenageados em sessão especial do Senado nesta quinta-feira (19), data em que se comemora nacionalmente o Dia do Índio. O senador João Capiberibe (PSB/AP), na ocasião, alertou para o fato do Brasil ter pouca cultura democrática. “ O Brasil não é um País que tem um longo histórico de democracia. Nós temos um histórico de autoritarismo, de escravagismo, de perseguição às populações locais. Mas numa sociedade que nós pretendemos democrática é preciso que haja representação de todos os povos que convivem nessa sociedade. E essa representação muito nos faz falta aqui no Senado e na Câmara Federal”, afirmou.

Capiberibe destacou que é preciso que os povos indígenas tenham, de fato, representação no Parlamento escolhida por eles. “Aqui, nós temos parlamentares que defendem a causa indígena, mas eles não são escolhidos, não são eleitos pelos povos indígenas, e a gente precisa construir essa possibilidade de introduzirmos mecanismos constitucionais para que os povos indígenas, que já representam um milhão de pessoas no País, tenham, definitivamente, uma representação no Congresso Nacional”.
O parlamentar explicou que sabe que o modelo é uma dificuldade até para promover um tipo de eleição, mas que hoje, com a tecnologia em rede, com a tecnologia digital, com a comunicação em rede, esse problema está resolvido. “Não há dificuldade nenhuma, a dificuldade é política. É essa que nós vamos ter que superar, para poder garantir uma representação dos povos indígenas”.

E reforçou o apoio aos povos indígenas: “Saúdo a todas as lideranças indígenas. E lhes digo: nós estamos desse lado. Nós temos posições tomadas: o nosso campo é o campo em que os povos indígenas nos chamarem. A luta que vocês travarem, podem contar conosco”.

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Senador Capiberibe visitou nesta quarta-feira (11) na Câmara dos Deputados a exposição inédita no Brasil sobre o Holocausto. A exposição "Shoá – o Holocausto: como foi humanamente possível? retratou os horrores da Segunda Guerra Mundial. A mostra tornou público painéis com imagens e textos que explicavam, de forma clara, acessível e didática, a vida dos judeus, a ascensão e a propaganda nazista, além dos guetos e dos campos de concentração, entre outros temas.


O visitante também conferiu na exposição, fotos e depoimentos de pessoas que sofreram os horrores da guerra, estimulando a reflexão sobre o assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Uma boa oportunidade de trazer o tema para os dias de hoje, a fim de educar jovens e construir uma memória coletiva universal, que transmita e compartilhe valores como tolerância, respeito, diversidade, igualdade, resistência e resiliência.


A exposição foi uma realização do Departamento de Exposições Itinerantes do Yad Vashem (Centro Mundial de Lembrança do Holocausto), em Jerusalém, Israel, com curadoria de Rinat Harris-Pavis e consultoria de Avraham Milgram. A mostra foi exibida pela primeira vez em janeiro de 2015 na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York e na Câmara dos Deputados ficou de 26 de março a 11 de abril.

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