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Na manhã desta segunda-feira, 30, o senador João Capiberibe (PSB) visitou as obras do Hospital Universitário e já se encontram com 30% dos serviços executados e, segundo a vice-reitora da Unifap, Adelma Barros, a construção está dentro do cronograma, cuja previsão de inauguração é janeiro de 2020.

Durante a visita, Adelma Barros lembrou de uma reunião realizada, em junho de 2015, na qual o senador Capiberibe se comprometeu com os gestores da Unifap, de fazer uma grande mobilização junto à bancada do Amapá, em Brasília, para que todos os parlamentares destinassem emendas à construção do hospital universitário.

A princípio, a ideia do senador era utilizar o prédio do Hospital Metropolitano, cujas obras nunca foram concluídas, para servir de hospital universitário, mas devido sua estrutura ser pequena para o que desejava a Unifap, a solução foi partir para emenda de bancada. “Na época, orientamos que os gestores enviassem ofício para cada parlamentar explicando o projeto e todos abraçaram a ideia”, lembrou Capiberibe.

Ao lado da vice-reitora, da prefeita da Unifao, Jennefer Lavor, e do engenheiro civil Fledinei Amanajás, o senador percorreu todos os andares do futuro hospital e teve acesso a informações detalhadas da obra, que atualmente gera cerca de 500 empregos.

“Essa é a maior obra pública em andamento no Amapá e é resultado da ação conjunta de três senadores e oito deputados federais que, por meio de emenda de bancada, conseguiram o recurso para a execução desse importante empreendimento. E saímos daqui extremamente satisfeito com o avanço da obra, que no futuro vai garantir atendimento digno e humanizado ao povo amapaense”, comentou o senador Capiberibe.

A prefeita da Unifap, Jennefer Lavor, explicou que o complexo de saúde ocupará uma área de aproximadamente 40 mil metros quadrados, com 300 leitos (60 de UTI) e 240 para internação. “Os serviços prestados à comunidade serão 100% via Sistema Único de Saúde (SUS)”, destacou.

Sobre o futuro hospital

Haverá serviços de triagem especializada, com atendimento de urgência e emergência; Unidade de Apoio Diagnóstico e Terapia, que oferecerá serviços de diagnóstico por imagem (radiologia, hemodinâmica, tomografia, ultrassonografia, ressonância magnética, endoscopia e exames oftalmológicos), Métodos Gráficos (eletrocardiograma, eletroencefalograma, urodinâmica, entre outros), Patologia Clínica e Anatomia Patológica; centro cirúrgico com dez salas; unidade de apoio técnico com nutrição, farmácia e central de material esterilizado; unidade de ensino e pesquisa; unidade de apoio logístico; centro obstétrico; atendimento em fisioterapia e reabilitação; e um heliporto.

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O senador João Alberto Capiberibe recebeu no dia 27 de abril em seu gabinete o comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Edervaldo Teixeira Filho. Na reunião, discutiram temas sobre a costa do Amapá, como petróleo, pesca predatória, tráfico e acidentes por escalpelamento. Na oportunidade, o comandante agradeceu ao senador e a deputada pelo empenho ao lutar pelas águas da Amazônia e também deixou a Marinha à disposição para somar esforços junto a esta bandeira.

De acordo com o comandante da marinha, no ano de 2017, houve apenas um (1) acidente por escalpelamento, graças à lei, de autoria da deputada Janete, conhecida como Lei Janete. A Lei 11.970/2009, de prevenção ao escalpelamento nos acidentes ribeirinhos, obriga a instalação de proteção no volante e no eixo dos motores dos barcos da Amazônia. O projeto de lei foi apresentado em 2007 a pedido das mulheres vítimas de escalpelamento e foi sancionada em 6 de julho de 2009, pelo presidente interino, José Alencar.

As campanhas de conscientização puxadas pelo mandato da deputada Janete e pela Associação das Mulheres Ribeirinhas Vítimas de Escalpelamento e a cobertura dos volantes e eixos feita pela Marinha do Brasil fizeram os acidentes chegar a zero no Amapá. A instalação da carenagem é uma ação permanente e pode ser feita na Capitania dos Portos do Amapá.

Escalpelamento

O acidente com escalpelamento na navegação ribeirinha acontece quando o cabelo enrosca no volante e no eixo dos motores estacionários adaptados aos barcos, arrancando parcial ou totalmente o couro cabeludo, da nuca e da testa, mutila e arranca orelhas e pálpebras. A maior incidência é na foz do Rio Amazonas. Crianças, adolescentes e jovens do sexo feminino, incumbidos de retirar a água do assoalho dos barcos ou quando apanham algum objeto que tenha caído, são a maioria das vítimas. Alguns homens também sofrem escalpelamento ou mutilações.

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Aconteceu nesta quarta-feira (25) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado a discussão sobre a diligência feita em Curitiba para verificar as condições da prisão do ex-presidente Lula e dos demais detidos na Superintendência da Polícia Federal. O senador João Capiberibe (PSB/AP) leu o seu relatório sobre a visita.

A visita foi feita no último dia 17 de abril por 11 senadores: João Capiberibe (PSB/AP), Regina Sousa (PT/PI), Fátima Bezerra (PT/RN), Lídice da Mata (PSB/BA), Gleisi Hoffmann (PT/PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), Lindbergh Farias (PT/RJ), Humberto Costa (PT/PE), Paulo Paim (PT/RS), Paulo Rocha (PT/PA) e José Pimentel (PT/CE). Na ocasião, os parlamentares reconheceram que as instalações onde o ex-presidente Lula está preso são adequadas, mas lamentaram o isolamento dele. Para os senadores, o ex-presidente deveria poder receber mais visitas, sendo constatado a violação do artigo 41, inciso X, da Lei de Execuções Penais que garante ao preso a visita de parentes e amigos.

Diante do exposto, o senador Capiberibe, autor do relatório, afirma que se tratando de um ex-presidente da República e com expressiva aprovação popular e um líder político mundialmente conhecido e respeitado, solicita-se a expedição de um ofício à Policia Federal para a ampliação de visitantes, bem como dois dias para visitas; e a comunicação ao Ministério Público, acerca da violação do artigo 41, inciso X, da Lei de Execuções Penais para que tome as providências cabíveis.

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