Terça, 23 Maio 2017 08:29

Capiberibe entra com representação no Conselho de Ética pedindo a cassação de Rocha Loures

O PSB, a Rede e o PSOL entraram na noite desta segunda-feira (22) com uma representação no Conselho de Ética da Câmara pedindo a cassação do deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) por quebra de decoro parlamentar. Ele foi citado na delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Loures foi filmado recebendo R$ 500 mil enviados por Joesley Batista.

"Esse pedido de cassação do deputado Rodrigo Rocha Loures tem um significado importante, que é acenar para a sociedade, mostrar que tem partidos políticos e parlamentares que prezam a ética. O comportamento ético na política é fundamental. Essa generalização da desqualificação não pode prosseguir, porque isso atinge os interesses da sociedade", destacou o senador Capiberibe (PSB/AP).

E acrescentou: "Estamos mostrando que nesse Parlamento existem homens e mulheres que prezam o comportamento ético. Esse governo que está aí não tem condições de governabilidade, de apoio popular, ele responde a interesses que não são da coletividade, responde ao mercado e eles já estão escolhendo quem será o substituto do Temer. Não podemos aceitar isso, temos que unificar os partidos, ir para as ruas e exigir eleições diretas. Só tem uma alternativa, dar voz ao povo".

A denúncia - Pela denúncia, o deputado aparece em uma das conversas gravadas com Ricardo Saud, ex-diretor de Relações Instituições da J&F, concordando em apresentar uma prévia do relatório da Medida Provisória do Refis, que ainda não era público. Os dois falam sobre esconder o que a JBS queria no texto incluindo os pontos como sugestão da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC).
Loures é apontado como intermediário do presidente Michel Temer para assuntos do grupo J&F com o governo, de acordo com denúncia do Ministério Público Federal (MPF) com base em áudio de conversa gravada por Joesley.

Por isso, Rocha Loures teve a prisão pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro Edson Fachin, do STF, negou a prisão,mas decretou seu afastamento do mandato.

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